Documentação
Prazo encerrado
copyfight — sab, 08/13/2011 - 19:22
Após meses de intensas colaborações, a chamada pública de envio de trabalhos para o livro Copyfight foi encerrada no dia 28 de agosto. Os materiais recebidos estão sendo revisados e organizados nesta plataforma online. Em breve, os autores com trabalhos selecionados para a publicação impresssa serão notificados. A previsão de lançamento do livro é durante o primeiro semestre de 2012, quando também será realizado um debate presencial com alguns colaboradores e outras participações à distância.
Em caso de dúvidas, escreva para copyfight2011 (em ) gmail (ponto) com
Lançamento da chamada para livro reuniu dezenas de participantes
copyfight — dom, 07/03/2011 - 23:24
por Angélica Burns
(fotos: Júlia Botafogo)
a última terça-feira, dia 28, o Copyfight realizado pelo Pontão da ECO/UFRJ recebeu diversos convidados para debater sobre os temas de propriedade intelectual e pirataria. Porém, mais que um evento sobre a temática, o Copyfight marcou o início da construção coletiva de um livro que reunirá textos e trabalhos sobre pirataria, propriedade intelectual e cultura livre, entre outro temas. A construção será colaborativa e qualquer um pode contribuir com textos
sobre o tema. Com apoio da Fundação i-Motirõ, o livro teve suas normas de publicação apresentadas no evento.
Participaram do Copyfight os seguintes convidados: Ivana Bentes (ECO-UFRJ); Maria dos Camelôs (MUCA - Movimento Unidos dos Camelôs; Henrique Antoun (ECO-UFRJ e Núcleo Biolutas do PT); Pedro Mendes (Universidade Nômade e Direito do Comum); Frederico Cardoso (Partido da Cultura); Tati Wells (CrieiTiveComo), Marcus Brancaglione (Recivitas) - clique na imagem ao lado para conferir as imagens. O debate se construiu através de falas breves dos convidados, trazendo a cada minuto através do diálogo com os participantes uma nova questão a ser abordada e problematizada na elaboração do livro.
Em um dos pontos do debate, Maria dos Camelôs, pediu que a discussão sobre a pirataria seja trazida para as ruas, para que toda a população trate do tema, inclusive os camelôs que trabalham vendendo produtos piratas e por vezes são presos. Devido a difusão da tecnologia, que permitiu às cópias e downloads de obras, Ivana Bentes propôs o pensar em um novo modelo de economia, além do paradigma da propriedade intelectual.
Tati Wells falou um pouco sobre a história das patentes e como a nova indústria cultural e a mercantilização da arte e da cultura colocou em cheque a questão do direito autoral. Para Tati. difundir um produto cultural não pode ser considerado pirataria e, portanto, crime. Licenças alternativas ao modelo do copyright e do Creative Commons, como o RobinRight e a Licença da Arte Livre, também foram abordadas por diferentes debatedores.
Embora as práticas de pirataria e da propriedade intelectual, assim como seus efeitos, sejam hoje uma realidade para todos no mundo que consomem e produzem cultura, o debate e problematização são ainda restritos. Segundo seus organizadores, a série de publicações online e em livro impresso do Copyfight pretende expandir o pensamento crítico sobre tais assuntos e trazer novos pontos de vistas para discussão.
Debate marca início de construção do livro colaborativo
adriano — ter, 06/07/2011 - 10:57



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